Vacaria, 20/10/2019

18/10/2019 “Granizo em Lagoa Vermelha/RS atinge áreas de trigo, aveia, milho, batata e hfs”

A chuva de granizo que atingiu o Rio Grande do Sul na última quinta-feira (17) foi responsável por diversos prejuízos em zonas agrícolas, especialmente nos municípios de Lagoa Vermelha e Caseiro. 

Segundo o engenheiro agrônomo da Cooperativa Cotrijal, André Scharlau, as áreas atingidas nesta região continham cultivos de trigo, aveia, milho, batata e hortifruti. Muitas dessas áreas registraram perdas de até 100%, mas um panorama mais preciso do tamanho da área atingida e dos prejuízos totais só vai poder ser realizado nos próximos dias. 

Isso porque, novas chuvas estão previstas para os municípios nos próximos quatro dias e os produtores esperam que sejam apenas chuvas, sem a presença de ventos e granizo, que poderiam ampliar ainda mais os danos. 

De acordo com o engenheiro agrônomo, muitas áreas de trigo e aveia não vão poder mais ser colhidas e as lavouras de milho terão que ser avaliadas quanto a possibilidade de replantios.  

Diante deste cenário, o conselho de Scharlau é que o produtor faça seguros de suas lavouras para poder se precaver destas intempéries. 

Fonte: Notícias Agrícolas

 

18/10/2019 “Milho segue desvalorizado em Chicago nesta sexta-feira”

Os preços internacionais do milho futuro seguem contabilizando baixas na Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo desta sexta-feira (18). As principais cotações registravam quedas entre 2,00 e 3,00 pontos por volta das 12h05 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,92 com desvalorização de 2,75 pontos, o março/20 valia US$ 4,03 com perda de 3 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,10 com baixa de 2,50 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,15 com queda de 2 pontos. 

Segundo informações da Farm Futures, os preços do milho estão mais baixos, levando os futuros de dezembro a um teste do fundo de ontem, com os traders marcando o tempo e tentando evitar serem pegos pela pressão da colheita. 

Ao mesmo tempo a publicação desta que as notícias sobre a demanda desta semana são variadas. A produção de etanol registrou um pequeno ganho na semana passada depois que as margens melhoraram para as usinas, mas os estoques construídos e a produção total durante as primeiras seis semanas da campanha de 2019 caíram 5% já em comparação com 2018. 

Agora o mercado aguarda a divulgação do novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre os números de exportação americana.  

“Os dados de vendas de exportação devem ser melhores do que os 11,2 milhões de bushels (284.480 toneladas) fracos relatados anteriormente. As vendas precisam ser mais de três vezes esse nível para alcançar a previsão do USDA para a safra 2019/20”, comenta o analista sênior de grãos da Farm Futures, Bryce Knorr. 

B3 

Já na bolsa brasileira, as cotações operam com leves quedas para os futuros do milho. Os principais contratos registravam perdas entre 0,18% e 0,43% por volta das 11h55 (horário de Brasília). 

O vencimento novembro/19 era cotado à R$ 43,30 com queda de 0,18%, o janeiro/20 valia R$ 43,90 com perda de 0,23% e o março/20 era negociado por R$ 43,70 com baixa de 0,43%. 

Em seu reporte diário, a Agrifatto Consultoria destacou que esta foi uma semana de maior volatilidade para o cereal, com predomínio de revisões positivas para suas indicações, tanto no mercado físico como nos contratos futuros. 

“O indicador do CEPEA subiu 4,5% na comparação semanal, com o último fechamento em R$ 42,15/sc, o maior valor desde 28 de fevereiro deste ano. Os contratos futuros também mostraram reajustes positivos, e o destaque fica para o contrato de nov/19, que subiu 5,38% nos últimos 7 dias”. 

A publicação ainda aponta que, “o mercado pouco ofertado segue como principal pano de fundo para os reajustes positivos, com a comercialização travada no spot gerando firmeza ao mercado, enquanto que a demanda interna mais aquecida também colabora para novas altas”. 

Fonte: Notícias Agrícolas

 

18/10/2019 “Dólar cai nos primeiros negócios com atenção a exterior, antes de Campos Neto”

O dólar tinha queda moderada ante o real nos primeiros negócios desta sexta-feira, num dia de dólar amplamente fraco no mundo, após na véspera a cotação no mercado doméstico ter fechado no maior patamar em mais de três semanas.

O mercado aguardava ainda falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que segue em Washington participando de eventos relacionados a reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

Por volta de 9h07, o dólar à vista caía 0,25%, a 4,1602 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de maior liquidez recuava 0,11%, a 4,1630 reais.

Na véspera, o dólar spot fechou a 4,1702 reais na venda, maior valor para um encerramento desde 23 de setembro (4,1709 reais na venda).

No exterior, o índice do dólar contra uma cesta de divisas recuava 0,15%, enquanto moedas emergentes pares do real, como lira turca e rand sul-africano, se valorizavam.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

18/10/2019 “Milho: Sexta-feira começa com cotações em queda na Bolsa de Chicago”

A sexta-feira (18) começa com os preços internacionais do milho futuro desvalorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 2,25 e 2,50 pontos por volta das 09h00 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,92 com queda de 2,50 pontos, o março/20 valia US$ 4,04 com desvalorização de 2,50 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 4,10 com baixa de 2,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 4,15 com perda de 2,25 pontos. 

Segundo informações da Successful Farming, as cotações do milho caíram da noite para o dia, à medida em que a colheita segue no Meio-Oeste. Cerca de 22% do milho havia sido coletado no início da semana, muito abaixo da média de 36% para esta época do ano, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 

“O clima seco, embora frio, em algumas partes do Cinturão do Milho, faz com que os agricultores colham grãos o mais rápido possível”, diz o analista Tony Dreibus. 

Fonte: Notícias Agrícolas