Vacaria, 15/07/2020

14/07/2020 “Colheita de milho 2ª safra do Paraná atinge 11% da área; plantação de trigo 99%”

O Paraná, segundo produtor de milho do Brasil, realizou uma colheita de 11% da área de cereais até segunda-feira, o avanço de três pontos percentuais no meio de luvas que permitiram o desenvolvimento de trabalhos em algumas áreas , acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgado nesta terça-feira.

A colheita demonstra um grande atraso na comparação com a mesma época do ano passado, quando 58% da área paranaense já estava colhida nessa época – em 2019, os trabalhos estavam mais acelerados com uma colheita precoce de soja, que antecedeu o cultivo da segunda safra.

Na comparação com 2018, a colheita de milho está cinco pontos percentuais mais adiantada.

Cerca de 80% da safra está com condições entre mídias e boas, enquanto 71% da área restante está em maturação.

Nenhum caso de trigo, produtores paranaenses, líderes na produção de cereais, já plantou 99% da área projetada, e a maior parte dos cultivos está em boas condições.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

14/07/2020 “Dólar abandona queda e supera R$ 5,45 com instabilidade no exterior”

O dólar virou e passou a mostrar alta ante o real nesta terça-feira, acompanha uma tomada de moeda estrangeira no exterior após dados de economia para consumidores nos Estados Unidos e com ações ainda voltadas para o noticiário sobre coronavírus, balanços corporativos e tensões EUA-China.

Os preços ao consumidor nos EUA tiveram em junho a maior alta em quase oito anos. Ainda que os núcleos tenham continuado comportado, ou dado um debate sobre os limites para as injeções massivas de liquidez promovidas por bancos centrais para iniciar uma economia diante da crise de Covid-19.

“Os mercados abriram a devolução de boa parte do humor (da vida), mas a CPI (inflação ao consumidor) está tentando ajudar a dessanimar novos”, disse Sergio Machado, gerente da TRÓPICO Latin America Investments.

Pouco antes da divulgação dos dados de inflação nos EUA, o dólar havia batido no dia mínimo, de 5.348 reais, cerca de 0,74%. Mas recupera-se como Forças, na máxima até o momento abaixo de 5,4527 reais, ganho de 1,20%.

O índice do dólar no exterior também ganhou depois das 9h30, indo às máximas do dia.

Tampouco ajudou a renovar sinais de tensão entre as duas maiores economias do mundo. A China citou o relacionamento cada vez mais exasperado com os EUA depois de Washington rejeitar na segunda-feira as reivindicações do país asiático sobre recursos marítimos na maior parte do Mar do Sul da China.

Às 10h41, o dólar à vista subia 0,78%, a 5.4298 reais na venda. Na B3, o dólar futuro tinha alta de 0,48%, a 5,4325 reais.

No plano local, o IBC-Br subiu menos do que o esperado no mercado para maio, reforçando as incertezas sobre a velocidade da recuperação pós-pandemia.

Uma fraqueza da economia prejudicial ou cenário de entrada de capital no Brasil, ou contribuições para pressão sobre o dólar.

Dados do Banco Central mostraram nesta manhã que a atividade econômica medida pelo IBC-Br subiu 1,31% em maio, mas caiu 14,24% no mesmo período de 2019.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

13/07/2020 “Soja recua em Chicago nesta 2ª feira. No Brasil, preços seguem altos com forte demanda interna”

O mercado internacional da soja começa a semana operando em campo negativo. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h20 (horário de Brasília), as cotações recuavam entrte 
5 e 6,75 pontos nos principais contratos negociados na Bolsa de Chicago, levando o julho a US$ 8,82 e o novembro a US$ 8,89 por bushel. 

Os traders parecem ainda refletir os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgados na última sexta-feira (10). Os dados indicaram um aumento na safra e nos estoques finais da nova safra, pesando sobre o andamento dos preços. 

Ademais, segue o monitoramento sobre o clima no Meio-Oeste americano e na demanda pela soja norte-americana, que o mercado ainda espera por melhora dada a necessidade da China e da pouca disponibilidade da oferta no Brasil. 

MERCADO NACIONAL

Para o Brasil, a tendência é de que os negócios se intensifiquem ainda mais no mercado interno, com as indústrias pagando mais para garantir sua matéria-prima e seguir com suas operações até o final do ano. 

Para Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, o mercado nacional poderia ver ainda, nesta semana, mais importações de soja pelo Brasil, principalmente de volumes vindos do Paraguai. “O país tem grandes volumes de soja para ser negociada e assim se tornando uma alternativa boa para a indústria do Sul do Brasil”, diz o consultor. 

Da mesma forma, Brandalizze explica ainda que os exportadores tendem a buscar mais negócios com a soja da safra nova brasileira, com cotações que devem seguir fortes e sustentadas, com os sojicultores aproveitando momentos ainda de dólar forte e demanda intensa para a nova temporada. 

“Isso porque há grandes chances de termos dólar perdendo fôlego a frente e, assim mesmo que tenhamos ganhos em Chicago, os níveis em reais poderão não se sustentar. Desta forma, seguimos em bons momentos para fechamentos futuros”, explica o analista de mercado.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

10/07/2020 “Milho abre a sexta-feira em baixa na B3 e em Chicago”

A sexta-feira (10) começa com preços futuros do milho operando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,39% negativo e 0,58% positivo por volta das 09h42 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 51,00 com desvalorização de 0,39%, o setembro/20 valia R$ 48,60 com baixa de 0,21%, o novembro/20 era negociado por R$ 50,00 com perda de 0,32% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 51,67 com ganho de 0,58%.

De acordo com o analista de mercado da Céleres Consultoria, Anderson Galvão, o que vai definir o rumo das cotações do cereal será o câmbio. “Dificilmente veremos o dólar abaixo dos R$ 5,00 ou R$ 4,90 no curto prazo e isso irá sustentar os preços do milho no Brasil”, diz.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro abriram a sexta-feira caindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,75 e 1,25 pontos por volta das 09h29 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,50 com perda de 0,75 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,48 com queda de 0,75 pontos, o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,55 com desvalorização de 1,25 pontos e o março/21 tinha valor de R$ 3,65 com baixa de 1,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos dos cereais aguardam a divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deve chegar nesta sexta-feira.

“Embora a maioria dos ajustes do relatório de área cultivada da semana passada já tenha sido calculada, os números atualizados também fornecerão mais informações sobre as estimativas globais de produção”, diz a analista Jacquelina Holland.

Fonte: Notícias Agrícolas