Vacaria, 21/11/2019

11/11/2019 “Soja começa semana operando em baixa na Bolsa de Chicago de olho na guerra comercial”

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago começam a semana trabalhando em campo negativo. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os preços caíam entre 4,25 e 5,75 pontos nos principais contratos, com o janeiro cotado a US$ 9,26 e o maio, US$ 9,51 por bushel. 

O mercado, depois do boletim neutro vindo do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgado na última sexta-feira (8), inicia uma nova semana de olho nas movimentações de China e Estados Unidos. Afinal, também na sexta o presidente Donald Trump se posicionou afirmando não ter concordado em retirar as tarifas sobre os produtos chineses como havia sido informado pela nação asiática. 

Assim, voltam a crescer as especulações em torno do conflito e a possibilidade, novamente, de um acordo entre os dois países não ser assinado. A reunião que aconteceria este mês já foi adiada para dezembro. 

Nesta segunda, o USDA traz ainda seu novo boletim semanal de embarques de grãos e, após o fechamento do mercado, o reporte semanal de acompanhamento de safras, que irá atualizar o percentual de área colhida no país. 

Fonte: Notícias Agrícolas

 

06/11/2019 “Milho: Cotações futuras fecham a sessão desta 4ª feira com ligeiras perdas em Chicago”

As referências para o milho encerraram a sessão desta quarta-feira (06) com perdas na  Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais vencimentos do cereal finalizaram o dia com um recuo de 3,00 a 4,00 pontos. O contrato Dezembro/19 fechou o dia cotado a US$ 3,78 por bushel, enquanto,  o Março/20 encerrou a US$ 3,87 por bushel. 

De acordo com as informações da Reuters Internacional, o milho terminou a sessão enfraquecido devido à pressão da colheita e à fraca demanda por suprimentos americanos. “O foco do mercado está no relatório mensal de fornecimento e demanda de sexta-feira do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), para uma nova indicação sobre as safras de milho e soja dos EUA interrompidas pela chuva deste ano”, informou. 

Ainda segundo a Reuters Internacional, as notícias de que uma reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, para assinar um acordo comercial há muito aguardado podem ser adiadas até dezembro.

Mercado Interno

O mercado interno brasileiro registrou poucas movimentações nas principais praças pesquisadas pelo o Notícias Agrícolas. A região de Primavera do Leste/MT, a saca do cereal registrou valorização de 3,33% e terminou o dia cotado a R$ 31,00. Já os preços do milho em Itiquira/MT finalizaram o dia a R$ 32,50 por saca com uma valorização de 1,56%.

No município de Brasília, o milho terminou o dia precificado ao redor de R$ 37,00 a saca com uma alta de 5,71%. Em Porto Paranaguá, a saca disponível do milho gira ao redor de  R$ 40,00 e com uma alta de 1,27%.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

06/11/2019 “Chuva preocupa triticultor e sustenta valores no RS”

Fortes chuvas no Rio Grande do Sul têm deixado agentes atentos às condições das lavouras, que podem registrar perdas. Segundo colaboradores do Cepea, por enquanto, produtores aguardam para avaliar possíveis estragos, mas esse cenário já tem sustentado os preços do cereal no estado sul-rio-grandense e limitado as quedas nos valores do trigo no Paraná.

Já quando comparadas as médias estaduais mensais de setembro e outubro, os preços recuaram nos estados do Rio Grande do Sul (12,3%), Paraná (3,4%), São Paulo (1,7%) e Santa Catarina (0,6%). 

Fonte: Agrolink

 

06/11/2019 “Soja caminha de lado na Bolsa de Chicago nesta 4ª feira à espera do novo USDA”

O mercado da soja segue caminhando de lado nesta quarta-feira (6), na Bolsa de Chicago, e ajustam suas posições à espera do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta sexta-feira, 8. 

Assim, por volta de 7h50 (horário de Brasília), os principais contratos perdiam 0,25 ponto, mantendo sua estabilidade e o vencimento março/20 sendo cotado a US$ 9,47, enquanto o maio tinha US$ 9,58. 

Além da espera pelos números do USDA, mercado também se mantém na defensiva à espera das notícias sobre a guerra comercial e as definições para a assinatura da fase um do acordo. 

“A nítida postura de cautela dos traders e reflexo da pressão sazonal da colheita nos EUA e da fragilidade de um possível acordo comercial EUA/China. Enquanto não há confirmação de compras concretas de soja americanas pela China o mercado não consegue se animar”, diz Steve Cachia, consultor da AgroCulte e da Cerealpar. 

Fonte: Notícias Agrícolas